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Home Turismo CITY TOUR

MORRETES/PR

Marcos Duarte by Marcos Duarte
11 de dezembro de 2025
in CITY TOUR, Guia de passeios, GUIAS, Turismo
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MORRETES/PR
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Com uma história impressionante e cheia de encantos, Morretes é a charmosa cidade paranaense que trazemos para você nesta edição de Natal do City Tour. 


HISTÓRIA

A cidade está inserida na faixa litorânea do Estado do Paraná, numa região onde antes vivera os índios carijós. O atual povoamento começou a se dar com as notícias sobre a existência de ouro na região em meados do século 17, levando muitos mineradores a se aventurarem por aquelas plagas.

Pessoas realmente chegaram naquela localidade, mas as promessas de minérios fartos não vingaram com tanto esplendor como ocorreu em Minas Gerais, e a manutenção de populações fixas sempre foi lenta.

O povoado que deu origem a cidade de Morretes foi fundado em 1721, mas foi somente em 1733 que houve as primeiras edificações na localidade, sendo certo que a capela dedicada à Nossa Senhora do Porto e ao Menino Deus dos Três Morretes só foi levantada em 1769.

Foi somente depois dessa época que o lugar passou a ter seu crescimento mais acentuado, mesmo assim, somente em 1812 foi providenciadao a construção da atual Igreja à Santa Padroeira, erigida no mesmo local da primeira capela.

A extensão da cidade até o atual Porto de Cima, nas margens do mesmo Rio Nhundiaquara, só ocorreu em meados dos anos 1800, com a construção pelos escravos da Igreja de São Sebastião.

O nome conferido à cidade se deve aos inúmeros morros arredondados de pequeno tamanho que a circundam, e sua importância deveu inicialmente a exploração do ouro e, posteriormente, ao cultivo da erva mate, que durou entre 1820 e 1880.

Ao contrário de outras localidades, a chegada da estação ferroviária em 1885 fez a cidade decair vertiginosamente, o que levou muitos anos para se reerguer sócio e economicamente. 

No entanto, Morretes conquistou sua elevação para a condição de cidade exatamente no meio do ciclo do mate, em de 24 de maio de 1869, inicialmente com o nome de Nhundiaquara, mas em pouco tempo restaurado para seu nome atual.

O fôlego para a recuperação do município se deu em 1878, com a chegada em massa de imigrantes italianos que lá formaram uma colônia agrícola, composta por quase 2.300 pessoas e denominada Nova Itália.

A partir desse evento outros núcleos de imigrantes europeus e asiáticos se fixaram na região, fazendo com que as primeiras décadas do século 20 garantissem a incrementação econômica do município, que nessa época passou a ter na sua ferrovia o fator positivo.


VÍDEO TOUR EM MORRETES


A CIDADE

Atualmente conhecemos Morretes como uma das cidades mais fantásticas do Paraná, e é sonho de consumo para muitos poder visita-la em qualquer época do ano.

Ao fundo a Igreja de São Benedito

Com uma população de aproximadamente 18,5 mil habitantes, situa-se no pé da Serra do Mar e a um “tiquinho” do litoral paranaense, repleto de casarões históricos, lugares fantásticos ao lado do Nhundiaquara, trilhas, cachoeiras boia-cross e um dos passeios de trem mais lindos do mundo.

De outro lado, o apelo estadia/gastronomia é um dos mais incrementados do Estado, não desdenhando ao visitante pousadas e hotéis fantásticos para todos os gostos e bolsos, assim como uma via gastronômica de fazer inveja.

Finais de semana e feriados são os dias de maior agito por lá. Além do sem-número de visitantes que descem “a Graciosa” de bike, carros e motos, outros tantos chegam via Paranaguá ou pela Serra Verde Express, o trem turístico mais lindo do mundo.

A saída do comboio parte da capital paranaense e segue o roteiro de forma leve e segura para todos, existindo momentos onde parecemos voar com o trem, principalmente sobre o viaduto Carvalho.

Imagem oficial do Serra Verde Express (viaduto Carvalho)

Já falamos com detalhes sobre esse passeio e como viemos de Curitiba a Morretes com nossas motocicletas dentro de um vagão especial, enquanto nós viajávamos acondicionadas num dos mais belos vagões do comboio, num camarote que parece do filme de Harry Potter.

Camarote master do trem

  • Você poderá rever esse conceito todo que mencionamos em nossa matéria especial que poderá ser acessada neste link, com muitas imagens, vídeos e informações. CLIQUE NA IMAGEM

Voltando a Morretes podemos dizer que se trata de uma cidade pequena, com ruas estreitas e majoritariamente planas, com muitos casarões antigos e o belo Rio Nhundiaquara que o corta ao meio.

A pavimentação das ruas mescla entre o paralelepípedo e o asfalto, mas a sinalização não é lá essas coisas, muitas vezes nos fazendo perder a direção dos caminhos, principalmente por causa do rio que atravessa a cidade.

Praticamente conseguimos chegar em todos os lugares da cidade dirigindo nossos carros ou motos, com raros lugares onde tais veículos não tem acesso. Porém, caminhar pelo centro histórico é prazeroso e você vai preferir gastar a sola do calçado nesses passeios maravilhosos.

Outro ponto de alegria para os visitantes é a recepção dos morretenses, totalmente diferente da frieza que encontramos na capital do estado. Aqui somos recebidos com festejos e cortesia em qualquer lugar, fato que se estende as cidades adjacentes.


IGREJA MATRIZ

Como já o dissemos, a primeira capela dedicada a Nossa Senhora do Porto foi inaugurada em 15 de julho de 1769 e só em meados de 1812 teve início a construção da atual Igreja, nas margens do Rio Nhundiaquara e voltada para suas águas.

De curiosidade temos que a imagem original da santa caiu de um andor de procissão, sendo encomendada a atual, feita na Bahia, esculpida em jacarandá e revestida em gesso.

Sua arquitetura é baseada no clássico desenho com nave principal e altar-mor, entretanto a nave principal é dividida ao meio pelo arco do cruzeiro em alvenaria e não dividindo o altar da nave, e tem fachada com torre única lateral que ostenta o campanário e o relógio.

A nave principal é desprovida de altares laterais e os passos da paixão são visualizados em pinturas em óleo sobre tela, executadas pelo pintor local Theodoro de Bona.

O retábulo do altar mor consiste numa faixa vertical de pedras da região, que une o teto ao piso do altar e onde encontramos um imenso crucifixo em tamanho quase natural.


TURISMO

Ponto alto do município, podemos dividir o turismo local em alguns nichos diferenciados: Histórico, gastronômico, religioso, de lazer e de aventura.


O turismo histórico baseia-se no casario antigo disposto em todo o centro histórico da cidade, que abrange, ainda, pontes de ferro, minas desativadas, etc.

Centro histórico de Morretes

O gastronômico acaba sendo unanimidade e utilizado por todas as classes de turistas, já que não há quem resista transitar pela quantidade de ofertas para todos os tipos de gostos e bolsos.

Barreado do “Terra Nossa”

Ir para Morretes e não experimentar um barreado? Jamais. E esse prato típico é servido nos melhores restaurantes da cidade e também nos mais modestos e acanhados.

O prato original baseia-se num cozido de carne em panela de ferro ou barro, que é vedado por uma massa de farinha feita para mantê-la hermeticamente fechada, e que fica sobre o fogo por mais de 12 horas, conforme a receita do lugar onde é feita.

A guarnição para acompanhar essa iguaria é que varia de lugar para lugar e que pode alterar significantemente o valor da refeição. De nossa parte temos sempre a preferência pelo Terra Nossa.


Por sua vez o turismo religioso também tem seus adeptos fervorosos, não só para as visitas aos templos históricos da cidade, mas para as festas da padroeira em 8 de setembro, e a festa do divino, que atraem gente de toda parte.

Igreja de S. Sebastião (Porto de Cima)

A igreja da Matriz de N. S. do Porte; a de igreja de São Benedito, na entrada da cidade para quem vem pela Serra da Graciosa; e a de São Sebastião que fica no Porto de Cima, sopé da Graciosa, são verdadeiras preciosidades.

Igreja do Evangelho Quadrangular de Morretes

Note-se, ainda, que o município agrega várias outras denominações religiosas, e essas também mantêm seus eventos religiosos com maciça participação de seus fiéis, que convergem para Morretes de muitas partes do Brasil.


O turismo de lazer é aquele que praticamos para nosso deleite, para divertimento, para apalparmos nosso ego, para distrairmos e para nos fazer felizes.

Um dos mais agradáveis, disputados e concorridos eventos nesse quesito é a descida da Graciosa até a cidade para passearmos e gastarmos em suas inúmeras lojas; para curtirmos uma paisagem bela e amena; ou, quem sabe, para uma viagem de trem de Curitiba/Morretes/Curitiba, só para essa finalidade

Esse tipo de turismo, acredita-se, é o mais usual quando tratamos da cidade de Morretes pois, independentemente do que gostamos de fazer em nossas viagens de férias ou lazer, ir para, estar em, andar em ou passear em Morretes é um prazer infinito por si só.


Finalmente temos o turismo de aventura, o turismo mais radical, aquele que também atrai muitos visitantes para a cidade, mas que nem sempre desfilam por suas ruas, usam de seus restaurantes ou compram em suas lojas, e as vezes nem chegam perto da cidade.

O destino? As montanhas, as trilhas, as cachoeiras, as corredeiras do Nhundiaquara, as escaladas e por aí vão. Muitos vem de trem com sua tralha e descem pelo caminho em busca de seus destinos (há um vagão especial para os passageiros tidos como não turistas).

Outros descem a graciosa e já se embrenham na mata em busca do complexo do Marumbi, antes mesmo de chegarem ao Porto de Cima, 

 

Por falar em Marumbi, um dos picos do parque de mesmo nome, temos que é um “shopping radical para os radicais”, com várias possibilidades em vários picos distintos: Olimpo (1.539m); Boa Vista (1491m); Ponta do Tigre (1400m); Esfinge (1378m); Torre dos Sinos (1280m); Abrolhos (1200m); Facãozinho (1100m) e Rochedinho (625m)


  • Mais uma vez convidamos você para acessar outra matéria especial que fizemos tempos atrás, com mais informações sobre o tema. CLIQUE NA IMAGEM


COMO CHEGAR

Existem mil maneiras de se chegar em Morretes e você escolhe como.


Por via férrea o ideal é consultar a Serra Verde Express para agendar o passeio com antecedência, dada a disputa por vagas em seus vagões tradicionais. Há também passeios mais românticos com as litorinas, com direito a bebidas importadas e refeições refinadas.

FERRORODOVIÁRIA de Curitiba

Motocicleta também é um meio interessante para chegar em Morretes e as alternativas são: Rodar pela Graciosa, rodar pela BR-277 via Paranaguá, ou transportar a motocicleta no trem, uma opção que não deve faltar na vida de qualquer motociclista.

De moto no Portal da Graciosa

Automóveis, pick-ups, jipes e outros veículos de quatro rodas também são bem-vindos numa viagem como esta para Morretes e, dependendo do veículo escolhido não haverá lugar onde não se possa ir, no asfalto ou na terra.


Ônibus também é uma opção interessante para aquele que deseja desfrutar de Morretes, sem ter que se preocupar com conduzir seu veículo aqui e ali. A rodoviária fica próxima ao centro histórico, onde há acesso fácil para o pedestre passear livremente.

Imediações da Rodoviária e da Estação Ferroviária de Morretes

O senão fica por conta de não poder contemplar o percurso pela Serra da Graciosa, onde tais veículos não tem permissão de trafegar, salvo exceções que podem ser conferidas.


ROTAS

Para o aventureiro que desejar seguir até Morretes partindo de Curitiba o trajeto é bem fácil, prático e rápido, se optar descer a serra pela BR-277, em direção de Paranaguá, mas derivar pela esquerda bem antes da cidade pela PR-408, rumo a Morretes. O percurso será de aproximadamente 68 km.

Ponte de ferro sobre o Rio Nhundiaquara

Outra opção para o Curitibano é o acesso para a cidade pela Estrada da Graciosa Tradicional, feita pelo pórtico junto da BR-116. Nesse caso o aventureiro seguirá pela BR até o Pórtico da Graciosa, num percurso de 38 km, devendo seguir então até a cidade de Morretes. Neste caso o percurso total será de aproximadamente 70 km.

Portal da Graciosa junto da BR-116

Já para aquele que partir da capital paulista o rumo mais usual é feito pela Regis Bittencourt (BR-116), até o trevo do Portal da Graciosa em Campina Grande do Sul/PR, e então seguir a Estrada da Graciosa até a comunidade São João (ao lado do Rio São João), derivando então pela direite até Morretes pela Rod. Mario Marcondes Lobo, num percurso total de aproximadamente 400 km.

Para aventureiros de outras localidades a sugestão é o uso de um bom guia rodoviário, na certeza que não encontrarão dificuldades para se chegar em Morretes.


CLIQUE AQUI PARA MAIS FOTOS


Se você já conhece a região, tem alguma crítica ou sugestão para fazer, envie-nos um comentário a respeito. Será muito útil para nós.

EDITORIAL

PORTAL AVENTURAS é um veículo de comunicação de aventureiros e aventuras de todos os tipos, no ar, no mar e na terra, abordando os assuntos com seriedade e profissionalismo.

Jornalista responsável: Marcos Duarte– MTB  77539/SP

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Marcos Duarte

Jornalista, advogado, motociclista desde 1970 e editor do Portal Aventuras desde agosto de 2014, já foi colaborador da Revista Moto Adventure e do Portal Damas Aladas, trazendo notícias do mundo das aventuras nos mais diversos segmentos.

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